12/05/2008 11:44
Entre fogos e defeitos
Estava em férias e acabei nem comentando sobre a interessante inclusão de Guitar Hero III na sempre manjada lista de games do World Cyber Games. Vale para dar uma variada dos Warcrafts, C&Cs, Need for Speeds, CSs e FIFAs da vida. Farei questão de assistir à final deste ano.
A novidade da versão 2008 da competição inspirada pelas Olimpíadas de Pequim é uma tocha, que viajará por diversos países antes de chegar a Köln (Alemanha), o palco da grande final. O site oficial do evento prevê que o fogo olímpico passará por São Paulo de 14 a 27 de julho (quem carregará a tocha será o playArt_SpeedNG, codinome do Rodrigo Nunes, campeão de Need for Speed no ano passado). A Samsung, patrocinadora oficial, ainda não fez nenhuma declaração oficial a respeito das seletivas do torneio no Brasil, mas imagino que já esteja em vias de anunciar alguma coisa.
O Brasil, vale lembrar, defende o segundo lugar na classificação geral, já que ganhou duas medalhas de ouro e uma de bronze na edição 2007. E este ano?
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E por falar em Guitar Hero... acho que jamais vim a público expor minha frustração com Rock Band. Não com o game em si, que é sensacional e viciante, mas com a paupérrima qualidade física de seus acessórios. Antes mesmo de ligar o game pela primeira vez em meu Xbox 360, percebi que o hub USB que acompanha a embalagem simplesmente não funcionava (cadê o controle de qualidade?). Não demorou muito para a guitarrinha apresentar o já clássico defeito da tecla strum com defeito (o qual pode ser consertado em casa mesmo ainda não tentei, alguém já?). Ontem, foi a vez do microfone não funcionar (conectei ao console via porta USB, e nada).
Estou só esperando a bateria se auto-destruir a qualquer momento. Pode ser que ocorra amanhã. Ou hoje.
Foram anos de pesquisa, milhões de dólares gastos em marketing e royalties para os artistas, e o merecido título de game mais aguardado do final de 2007... a Harmonix bem que poderia ter caprichado um pouco mais na qualidade de seus produtos. Uma vergonha. Frustrado ao máximo, admito: dependente que é de seus acessórios, Rock Band acaba se revelando uma belíssima porcaria.
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Os órfãos de Daniel Galera e seu Jogatina podem matar as saudades do colunista na revista Monet. Todos os meses, o escritor gaúcho escreve uma página dupla sobre games na publicação da TV por assinatura NET. Enquanto isso, ele negocia para ressuscitar seu blog, que acabou extinto quando o portal No Mínimo fechou as portas.
Na mesma revista, algumas páginas depois, o amigo Alexandre Matias (ex-editor da saudosa Play, atual editor do Link do Estadão e eterno blogueiro do Trabalho Sujo também abastece uma coluna mensal, Digitalismo, que entre outros assuntos, também trata de games.
E vira e mexe, publicações digamos não-especializadas como Super Interessante, Galileu e, claro, a Rolling Stone, apresentam matérias sobre videogames. Atuais, noticiosas, jornalísticas e positivas. Quem diria...
enviada por Pablo Miyazawa
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